Eliminando a poeira secular
Em Tempo...
Política Externa:
Não reconhecemos a política externa brasileira.
Não concordamos com a tolerância para com governos não democráticos, criminosos e populistas.
Que o ETERNO não nos tome por cúmplices em seus crimes. Nós não fizemos parte em seus conselhos.
lidchok bi im haahavah shelcha, Yeshua
Me constranja com o teu amor Yeshua
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Fomos chamados a ouvir a Palavra, também fomos chamados a compartilhá-La e a fazer bom uso dEla em nossas vidas, fomos chamados a cumpri-La e não negá-la. Uma coisa é certa, não recebemos dEla autoridade para julgá-La nem para julgar o que se dispõe a ouví-la.
Julgamento: cumprimento e negação da Palavra
A Bíblia, a Palavra de D´us, tem a capacidade de transformar nossas vidas, transformar-nos em... Hipócritas. Mas antes que os detratores, sejam da Bíblia, sejam dos que buscam segui-la, se encorajem a gostar deste texto, deve-se lembrar que a hipocrisia é a honra que o vício presta à virtude.
Hipocrisia é melhor que cinismo e perversidade.
Alguns temas, uns emergentes, outros nem tanto, se é que há algo novo debaixo do sol, estão constrangendo a igreja ou mesmo tomando gosto de algo antigo e amargo, como o desprezo e o ódio, que se manifestam em palavras assertivas, com seus ares de verdades eternas, apoiada em interpretações pobres, para não dizer burras.
Fomos chamados para julgar? Certamente que não...
Fomos chamados a contextualizar? Certamente que não, também!
Bom, e destes temas “emergentes”, que faremos nós?
Você pode perguntar, quais são estes temas? Por serem óbvios, não serão registrados aqui, pois tornariam este texto também óbvio, ou melhor, reduziriam este texto ao exato limite destes temas. E não queremos falar sobre isso, queremos falar sobre julgar ou contextualizar.
Temos como escapar desta armadinha?
Com um pouco de inteligência, mas, sobretudo, com abundante amor, sim, sim e sim! Podemos deixar a mediocridade e avançar mais um pequeno passo em direção a Mashiach.
Quem deve julgar é a Palavra de D´us para que esta produza seus frutos.
Vamos colocar nestes termos... Se você faz uma interpretação correta da Palavra, aqueles que a recebem serão julgados por esta, serão honrados ou condenados pela Palavra, isto não está em você.
De outra forma, se você, por constrangimento (contexto) faz uma interpretação complacente, você está "honrando" aquele que, em erro, ouve.
Se você, por impiedade, faz uma interpretação dura, você está condenando àquele que, em erro ou ignorância, ouve.
Assim, devemos nos comportar sob o mesmo peso de condenação da Palavra e nos fiar na mesma esperança de salvação da Palavra, ou seja, devemos agir no conhecimento, no arrependimento e, em tudo, no temor de D´us.
Não adianta alargar as portas para que todos ouçam se não ouvirão aquilo que produz arrependimento, estas são as igrejas contábeis.
Também não resolve o discurso virulento, daqueles que buscam mais de si mesmo, buscando sua própria onipresença, enquanto ocultam seus próprios vícios.
O que deve prevalecer é a Palavra, jamais ser anulada, jamais servir aos nossos próprios propósitos.
É olhar para Ela, não só os trechos que gostamos, para as partes que nos interessam, para aqueles ensinamentos e ordenanças que nunca tivemos dificuldade em observar, aos quais somos bons para instruir.
Devemos procurar as passagens que não gostamos, aquelas que são feias, duras e secas e dizer, “se é assim, assim será”, o conhecido e requerido amém.
Marcos Mingra
Julgamento: cumprimento e negação da Palavra
Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os"
Rm 2, 15